Resenha literária: O PRIMEIRO ÚLTIMO BEIJO, de Ali Harris

Editora Verus

Ficção/Drama/Romance

 

“Por que ninguém me avisou que cada beijo é uma contagem regressiva para o adeus? Só agora, que os trato como se fossem as coisas mais preciosas na face da Terra, percebo que cada beijo é como um grão de areia que escorrega por entre meus dedos e que não consigo segurar, por mais que eu tente. Como faço para deter as areias do tempo? Como posso fazer com que um beijo dure uma vida inteira?” 

Eu tenho tantas coisas para falar sobre “O primeiro último beijo”, que preciso dar um jeito de realmente me ater às mais relevantes para esta resenha não conter umas 10 páginas. Então, vamos lá.

“Todo mundo precisa de amor e do apoio dos outros, mas precisamos encontrar isso dentro de nós mesmos primeiro. Somos todos mais fortes do que acreditamos ser. Podemos aguentar mais do que pensamos. Podemos sobreviver ao pior e, de alguma forma, ainda encontrar um jeito de sorrir.”

Eu li umas mil resenhas desse livro antes de lê-lo, e achei muito interessante o fato de, mesmo deduzindo muitas das coisas que aconteceram, ele ter me prendido tanto não necessariamente ao resultado/desfecho da história, mas à jornada até lá. A coisa mais especial sobre OPUB, em minha opinião, é como a história cativa você pelos detalhes, sejam os detalhes do romance, dos personagens ou da narrativa como um todo.

“Eu achava que tirar fotografias me faria enxergar melhor as coisas, congelar o momento, lembra-lo para sempre. Mas percebo que a única maneira de fazer isso é viver o momento, não ficar atrás de uma lente. Nós não precisamos de fotos ou vídeos intermináveis, ou lembrancinhas, ou anéis de noivado para recordar esses momentos especiais, porque eles estarão sempre presentes. Mesmo que desvaneçam um pouco com o passar do tempo, um dia o sol vai brilhar no céu em certa manhã, de certa maneira, ou vamos encontrar algo há muito perdido, uma concha talvez, ou um cartão que vai chegar pelo correio… e tudo virá à tona. E as lembranças serão boas, e saberemos que somos abençoados por tê-las.”

Os personagens são muito maravilhosos, porque eu realmente adoro personagens facilmente identificáveis, aqueles que a gente pode chamar de “gente como a gente” e que você reconhece em si mesmo, na sua família e nos seus amigos. Eu nunca tinha lido nada da Ali Harris, mas já senti vontade de ser amiga dela logo nas primeiras páginas. É, gente, é assim que eu sei que um livro me marcou, quando o autor me convence de tal maneira, que sinto vontade de me sentar com ele pra conversar e conhecer mais um pouco sobre sua mente genial.

“É engraçado como certas pessoas entram em sua vida de forma inesperada e imediatamente fazem você sentir que pode lhes contar tudo, absolutamente tudo. Coisas que você nem sonharia em dizer às pessoas mais próximas e queridas. E, de repente, elas se tornam uma parte intrínseca de sua vida, sem que você saiba quase nada sobre elas.”

 

Então, gostaria de elencar pra vocês alguns dos pontos altos de OPUB, seguidos de algumas coisas que não me agradaram tanto, porque acho que isso ajuda a equilibrar as expectativas e curtir o livro como ele é e não como você o idealiza.

Primeiro, quero dizer que este é o tipo de livro que já atrai pela capa. Essa capa é linda demais! Vi -> morri de amor -> comprei -> e fim.

Quanto ao conteúdo, há algo na protagonista que, além de me fazer me identificar ainda mais com ela, é muito gostoso numa leitura: ela é obcecada por listas – ou, como diria meu marido sobre mim, é “a louca das listas”.

“Olho para o Hudson cintilante e penso em quando eu era uma adolescente esquisita e problemática, que poderia contar os amigos em um dedo e as habilidades sociais em… nenhum. Eu vivia carrancuda, era desajeitada e estava desesperada para ser diferente, mas só para ser aceita – uma contradição que, apesar do meu afiado olhar fotográfico, eu não era astuta o bastante pra reconhecer.”

Pra quem não sabe, eu costumo ler fazendo marcações dos livros com post-its pra sempre que eu quiser reler o livro ou me lembrar de algo específico, eu me recordar do que tornou aquele livro tão especial pra mim. Então, eu gastei quase todo meu post it rosa, gente! E não foi só isso, gastei do laranja, verde e azul também, porque havia citações, listas, citações de citações, tantas coisas incríveis pra marcar, que tive que bolar uma classificação pra não me perder, rsrs.

“É muito fácil perder a fé quando estamos presos nas engrenagens da interminável labuta da vida real. Mas há três lugares em que a verdade sempre pode ser encontrada: em Deus, no amor e na arte. Sempre que quero saber porque estou sendo testado, e não consigo obter as respostas nos dois primeiros, eu as encontro na última. Isso me faz ver a vida como um cenário maior, e então tudo parece fazer sentido.”

Molly é uma jovem, não dá pra dizer para vocês de quantos anos, porque ela tem muitas idades ao longo da história, mas, basicamente, tudo se desenvolve dos seus 15 aos 32 anos, ou seja, é bastante tempo pra acompanhar alguém crescer e se tornar mulher de verdade. Eu amei conhecer a Molly, me senti muito tocada pelas coisas com as quais ela lida e como ela lida, porque são as mais cotidianas possíveis, porém, as mais relevantes, porque o que somos nós, senão o somatório das nossas experiências cotidianas?

“Queria ter passado mais tempo sendo livre, buscando aventuras, fazendo coisas erradas, em vez de tentar controlar tudo. Queria não ter tentado viver a vida riscando itens de uma lista de coisas a fazer, mas ter apenas focado o presente. Talvez assim estivesse mais preparada para as coisas da vida adulta que vieram muito antes do que eu esperava. Sei que não devemos nos arrepender de nada, mas esse é o meu arrependimento.”

Além de Molly, claro, eu fiquei louca pelo Ryan. Mas não louca do tipo “crush” no personagem, louca porque ele é um personagem muito especial. É impressionante como a gente consegue conhecer plenamente o Ryan a partir da perspectiva da Molly e como ele é tão, humanamente, perfeito. Perfeitamente cheio de defeitos, mas incrível mesmo assim. Certamente, existe um lugar especial no meu coração para ele.

“- Por que você gosta de comédias românticas?

– Quer mesmo saber por quê? Eu gosto porque a gente sabe como tudo vai acabar, porque não tem grandes surpresas. As pessoas seguem o coração e dá tudo certo.”

O romance conta a história de Molly e Ryan desde a adolescência quando se conheceram em sua pequena cidade a tudo que aconteceu depois de seu desastroso primeiro beijo. Encontros, reencontros, desencontros… Tudo sobre Molly e Ryan não poderia ser mais real, lindo, profundo, dolorosamente belo e tocante. E o melhor é poder perceber que enquanto você lê o livro, você não quer apenas conhecer a história dos beijos entre eles, mas, principalmente, as histórias deles enquanto cresciam, quem se tornavam. Achei isso fascinante, de verdade, e me remeteu muito a outro livro tão denso quanto ele que eu amo, que é “Um dia”. Nossa. Com certeza, esse é um livro para quem gostou de “Um dia”! Li sobre algumas comparações com outros livros, mas acho que nenhum se compararia tanto ao outro como esses dois: faz você absorver a história pessoal dos personagens, mergulhar nos sentimentos que nutrem um pelo outro, sofrer largado e repensar toda sua história. ADORO livros assim.

“Dizem que há ‘um momento’ com que toda garota sonha durante a vida inteira. Você sabe: um garoto de joelhos oferecendo-lhe o coração. Bem, eu nunca fui esse tipo de garota. Mas, mesmo se fosse, o momento acabou sendo melhor do que eu jamais poderia ter imaginado.”

 

“Por favor, pare de olhar para trás. Eu quero que esta viagem, que este momento, seja o começo do nosso futuro. Mas não será se você continuar se castigando. Nós dois erramos, e não sabíamos o que tínhamos até que tudo acabou. Estou feliz porque percebemos a tempo.”

Ademais, as páginas sobre “os beijos” – vocês entenderão do que estou falando quando lerem – são demais! Sério. Só amor pelas reflexões ali colocadas, e que fazem todo sentido ao final do livro. Ponto altíssimo!

“Você pode me fazer um favor? Quebre uma regra hoje, enlouqueça, viva o momento. Abra seu coração. Depois, abra mais um pouco. Ame muito, ame mais ainda. Não tenha medo de se expressar, de gritar, de ser ouvido. Diga EU TE AMO. Aposte todas as fichas. Aposte todas as fichas no amor. Por mim. Porque eu não fiz isso. E agora não posso mais.”

Okay, agora, feita a propaganda devida, visto que é realmente um livro SENSACIONAL, gostaria de fazer algumas observações sobre coisas que me incomodaram no livro e que tornaram a leitura bem menos fluida do que poderia ser.

 

“Não sou mais uma adolescente, e meu coração não pode ficar mais partido que já está. Quando se passa pelo que eu passei, quando se aposta tudo no amor – e se perde –, nunca se é a mesma de novo. Não de verdade.”

A primeira coisa que mais me incomodou é a referência constante de Molly ao seu “eu adolescente”. Deus, como eu queria entrar na história e esganar esse bendito “eu adolescente”. Quem, SENHOR, em sã consciência dá ouvidos ao seu “eu de 15 anos”? Eu, pelo menos, tenho certeza que devo ficar bem longe dela, rsrsrs. Sério. Toda hora que Molly falava “blá blá blá meu eu adolescente” uma fada morria ao meu lado e eu tinha que parar pra sofrer pelo encantamento perdido, mas, tudo bem. Superado o entrave do “eu adolescente”, outra coisa que me incomodou bastante foi a escolha estratégica da narrativa da autora.

“Ouvi uma música no rádio recentemente, de uma banda americana chamada The Ataris. A letra diz que crescer é muito melhor que ser adulto, e percebo que, embora meu eu adolescente provavelmente fosse querer debater isso com veemência, neste exato momento concordo plenamente. Ser adulto é uma merda.”

Para vocês entenderem melhor, a história se passa durante 17 anos, e você demora um pouco até pegar o ritmo da leitura simplesmente porque você fica indo e voltando no tempo TODA HORA.

Nada contra as partes do presente em que ela vai aos flashbacks, porque eu até gosto bastante disso e, também, no fim das contas, eu até compreendi porque os flashbacks são tão desorganizados, porque a memória humana é meio desorganizada e a autora quis ser fiel à perspectiva de Molly, mas, com isso, dificultou bastante a minha vida, por exemplo, porque eu fiz marcações específicas dos anos, pra conseguir juntar os pedaços depois e houve partes que achei que juntas nem ficaram tão conexas quanto deveriam, ou seja, houve uma quebra ali na sequência, que no meio dos flashbacks alternativos é facilmente relevável, mas que quando você junta os pedaços, em alguns pontos específicos, fica um pouco desconexo.

Mas, isso, ressalvo, foi uma experiência pessoal. Sério. Acho que ela poderia ter adotado os flashbacks de anos alternados com um pouco mais de sequência e/ou consistência, mas, do jeito que ela fez, achei que ficou confuso e confunde os nossos próprios sentimentos.

Entendi também que ela queria manter uma aura de mistério. E respeito muito isso! Apesar de não ter havido mistério para mim no livro, provavelmente, teve para outras pessoas, ou pelo menos as agradou, como me agradou o fato de ela desvelar os detalhes sobre os personagens e suas relações em doses homeopáticas. Entretanto, se eu pudesse pedir algo a Ali seria pra ela tentar me situar melhor na história, acho que eu teria criado uma ligação com os personagens muito mais forte muito mais rápido do que foi.

“Amar alguém significa saber que você não vai ser feliz o tempo todo, que ninguém pode fazê-la feliz o tempo todo. Essa é uma expectativa totalmente irreal. E às vezes, em um casamento ou um relacionamento longo, você precisa aprender isso.”

 

“O segredo de um casamento sólido, Molly, é não se perder nele. Nós viemos para esta vida sozinhos, e vamos deixá-la sozinhos. A única verdadeira constante é você mesma (…) Significa que ser feliz para sempre só depende de você.”

Por fim, quero declarar pra vocês algumas impressões pessoais sobre os personagens: Amo Mia desde o primeiro segundo que ela apareceu, que personagem maravilhosa. Casey, que é a bff da protagonista, totalmente oposta a ela, me incomodou em muitos aspectos desde o começo, porém, admiro MUITO a amizade dela e de Molly, e me identifico com a relação entre elas, na perspectiva de Molly. A família de Ryan é a família dos sonhos. MUITO AMOR pelos Cooper. Gosto da família de Molly e adoro a evolução na relação deles. Já rasguei a seda sobre Ryan e Molly… Então, acho que, de relevante é isso aí.

“Em minha experiência, algumas amizades florescem na adversidade, mas outras se dobram e se quebram com a tensão, como uma árvore na tempestade. As raízes permanecem debaixo da terra, como um lembrete daquilo que um dia foi tão alto, mas não é mais uma parte visível da paisagem da sua vida. De certa forma, é triste, porque a árvore já não lhe traz alegrias diárias, com sua força, sua presença e sua beleza. Mas também não pode mais lançar sombras.”

Desculpem-me por ter escrito tanto, mas ainda havia tanto mais a falar. Eu juro. Rs.

Espero que tenham gostado da resenha e também dos trechos que elenquei. Vou colocar mais alguns aqui embaixo. Não são 50% do que eu marquei no livro, mas, sem dúvida, alguns dos mais especiais e livres de spoiler, hehehe.

“A mudança das estações refletia a mudança do meu estado de espírito. A chuva de inverno se misturou às minhas lágrimas, a brisa da primavera levou embora minha tristeza, o sol de verão curou meu coração partido.”

 

“Será que estamos tão ocupados tentando consertar os erros do passado que não nos certificamos de que não houvesse mais futuro?”

O primeiro2

Beijos e até mais! 😉

 

Nota no Skoob: 4,3/5

Nota no Orelha de Livro: Ainda sem nota.

MINHA Nota: 9,2/10

Resumo oficial:

“O primeiro último beijo” conta a história de amor de Ryan e Molly, de como eles se encontraram e se perderam diversas vezes ao longo do caminho. Na primeira vez em que eles se beijaram, Molly soube que ficariam juntos para sempre. Seis anos e muitos beijos depois, ela está casada com o homem que ama. Mas hoje Molly percebe quantos beijos desperdiçou, porque o futuro lhes reserva algo que nenhum dos dois poderiam prever…
Esta história comovente, bem-humorada e profundamente tocante mostra que o amor pode ser enlouquecedor e frustrante, mas também sublime. Na mesma tradição de P.S. Eu Te amo e Um Dia, O Primeiro Último Beijo vai fazer você suspirar e derramar lágrimas com a mesma intensidade.

 

 

 

19 Comentários para "Resenha literária: O PRIMEIRO ÚLTIMO BEIJO, de Ali Harris"

  1. A resenha ficou no ponto!!! 👌
    Esse livro é um dos meu preferidos de 2016, estava ansiosa pra saber sobre sua opinião… Agora já podemos papear sobre eleeee! 😂😂😂
    Ps.: Pegou as melhores citações! Ameiii!!! ❤

    • Que bom que você curtiu, minha linda! Suas indicações são show e sempre me apaixono por elas! 🙂

  2. Essa capa é um amorzinho mesmo. Também gosto muuuuuito de personagens reais e acho que, em livros assim, é PRECISO se identificar com eles. Também não sei como lidaria com tantos flashbacks, afinal de contas são 17 anos e nem com o “eu adolescente” da narradora, você teve muita força hahaha. Excelente texto!!

    ourbravenewblog.weebly.com

    • hahahahahaha! Nossa, você não tem NOÇÃO do quanto esse “eu adolescente” dela é chato! Mas, o livro, em geral, é mesmo maravilhoso =) Que bom que você curtiu a resenha!!! Seu blog é uma fofura! Obrigada por vir até aqui 😉 Volte sempre! Beijos

    • Aiiii, que legal! Que bom que você gostou! Fico muito, muito feliz meeeesmo!!! =) Leia! Você não vai se arrepender! Grande beijo pra você e volte sempre! <3

  3. Gostei muito do que você pontuou na resenha.Não conhecia esse livro ,mas já chamou minha atenção.
    Obs: Que capa linda *o*
    Bjs
    meumundomeusbooks.blogspot.com

    • A capa é demais, né?! Adorei também!!! Obrigada por seu comentário <3 Grande beijo e volte sempre! 😉

  4. Olha devo primeiro dizer que a capa desse livro é uma perdição de tão linda que é ♥ Primeira resenha que li desse livro e simplesmente me encantei. Sei bem que no momento não estou muito legal pra livros de romance, mas sei de que mais adiante ele vai ser uma das minha leituras.
    E sobre o “eu adolescente” e os flashbacks, só posso dizer que você é uma guerreira assim como já fui, pois uma vez li um livro que tinha a mesma coisa e eu QUASE largo ele pela metade, mas acabei resistindo e cheguei ao fim.
    Sua resenha tá incrível, gostei muito mesmo.
    Beijos.

    http://www.livrofilia.com/

    • hehehehehehe! Adorei seu coment, obrigada pelo carinho 🙂 Olha, o livro é ótimo, pode ler, certeza que você vai curtir se conseguir relevar os pontos negativos que elenquei <3 Acabei de visitar seu blog, uma fofura! Grande beijo e volte sempre!! :*

    • hahahahahahaha, esse marcador é maravilhoso, né? é da coleção da Bruna Vieira para a Watt!! Obrigada por seu comentário <3 Volte sempre! Beijos

  5. AI NOSSA!
    Que livro mais lindo mds e essa foto 100or!!!! ARRASOU!
    Sobre a resenha ficou bem envolvente e transmitiu totalmente as emoções do livro, espero adquirir esse livro rapidamente!!!!
    Bjoos

    • Siiiiiiiim!!! Muito obrigada por seu comentário, estou muito feliz que você curtiu <3 Espero que goste do livro! Grande beijo e volte sempre 🙂

  6. Não é um gênero que leio muito, porém sempre tem alguns que me chamam atenção, e com esse não foi diferente.
    Li em um dos comentários que esse foi o livro preferido do ano da pessoa, é um livro pra ser preferido de alguém tem que ser bom. A resenha ficou ótima, parabéns 🙂

    http://gaellscorner.blogspot.com.br

    • Siiiiiimmmmmm! Esse livro tem chamado a atenção de muita gente, é um livro maravilhoso, pode apostar! 🙂 Obrigada por seu comentário!!! Beijos <3 Volte sempre!

  7. Olá!

    Foi justamente a capa me fez ter vontade em ler esse livro, essa é a primeira resenha que leio sobre o livro, geralmente não costumo procurar opiniões sobre os livros que pretendo ler para não criar expectativas ou até mesmo desistir da leitura baseada na opinião de alguém. Enfim, sua resenha foi bem esclarecedora. E tudo o que foi falado na resenha só realçou minha curiosidade sobre o livro.

    Beijos,
    entreoculoselivros.blogspot.com.br

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