Mania de Idiotização

Idiotizar. Segundo o meu velho e empoeirado dicionário Silveira Bueno, que eu tenho desde a quarta série, idiotizar é um verbo transitivo que significa “tornar idiota”. Mais simples impossível. Tão simples que virou mania. Uma mania lamentável. Alto lá! Se você acha que eu vou começar a falar sobre como as pessoas estão com hábitos cada vez mais idiotas, passou longe… Ou talvez nem tanto. Aqui eu só quero tratar de um único hábito idiota que se tornou mais que comum: essa mania de achar que tudo o que é massificado é idiota, essa mania de idiotização generalizada e desregrada. Por mais paradoxal que possa soar, não tenho dúvida ao afirmar, essa é a primeira e maior idiotice.

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Resenha: O Doador de Memórias, Lois Lowry (Livro + Filme)

O Doador de Memórias foi a minha primeira leitura do ano, e posso dizer que comecei bem. É um livro pequeno – 185 páginas –, de fácil leitura, com o qual eu fiquei envolvida do início ao fim e sempre intrigada para saber o que viria pela frente. A estória é uma ficção, contada em terceira pessoa. O mundo como conhecemos não existe mais, o que existe é uma sociedade ideal, em que as pessoas não conhecem a dor ou as diferenças, assim como também não conhecem o amor e as emoções. Tudo o que se sabe é sobre o presente, as pessoas não conhecem o passado, este cabe apenas a uma pessoa, o recebedor de memórias.

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Resenha: Se eu ficar, de Gayle Forman

Não faz muito tempo, eu ouvi falar de “Se eu ficar”, o filme. Eu assisti ao trailer e fiquei muito interessada pela estória. Mas eu não fazia ideia – ou pelo menos não tinha prestado atenção – que o filme é baseado no best seller americano de mesmo nome, de Gayle Forman. Na verdade, eu só descobri a existência do livro quando o ganhei de presente de aniversário da minha querida amiga Aninha. Eu fiquei bastante empolgada em lê-lo e no dia seguinte comecei a leitura. Bem, até então eu não fazia ideia de que o comentário do “The Bookseller”: “Impossível parar de ler.”; era tão real.

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5 lemas para não se arrepender – #umadosedereflexão

 

É natal, quase ano novo, e, em geral, nessa época as pessoas costumam ficar bastante reflexivas. Eu não sei vocês, afinal, há quem não se importe com o encerramento de ciclos, há quem considere o réveillon uma simples passagem de um dia para outro e nada além, mas eu sempre fui do tipo que se importa, que reflete e faz planos. Por isso, resolvi compartilhar algo meu com vocês.

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Um pouquinho sobre a nova MPB #indicação

Nossa velha e adorada MPB é um gênero musical já um tanto quanto velhinho. Segundo reza a lenda, surgiu ainda no período colonial, da junção dos instrumentos rudes indígenas, com os cantores e tocadores de viola portugueses e os ritmos variados vindos de África. Faz todo sentido, afinal, não seria nossa música popular brasileira se não tivesse surgido da mistura e miscigenação que representa o nosso país, não é?

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