Resenha: Faça amor, não faça jogo, de Ique Carvalho

Editora Gutenberg
Gênero: Crônicas / Não-ficção
Resumo oficial:
“Viver a plenitude do amor é o desejo senão de todas, ao menos da maioria das pessoas. Amar e ser amado incondicionalmente, contar com o apoio de alguém para as horas difíceis e para os momentos alegres, e saber que independentemente do que fazemos, alguém estará ao nosso lado simplesmente pelo que somos é o ideal de vida de muitos.
Viver esse amor na prática, no entanto, nem sempre é fácil. E é exatamente sobre felicidade, vida e amor que Ique Carvalho fala neste livro. O autor, que começou escrevendo em seu blog e já tocou o coração de milhares de pessoas que se envolveram e se emocionaram com suas palavras, descreve com perfeição o amor que muitos procuram e poucos realmente encontram. E ele fala do amor em todas as suas expressões: desde o romântico entre duas pessoas até o mais puro e verdadeiro dos laços familiares, que ele tem com seu pai e mentor.
Como as relações humanas são frágeis e complicadas, os relacionamentos tornam-se difíceis, o que nos faz buscar a felicidade nos lugares ou nas pessoas erradas. Mas o autor nos faz enxergar a vida de forma diferente. Faça amor, não faça jogo é um lembrete de que, no jogo do amor, não é necessário haver ganhadores ou perdedores. Basta olhar e aceitar novos paradigmas e acreditar no que diz seu coração. E vivenciar isso de verdade.”

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Hoje é o dia certo.

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”

 Dalai Lama

Eu sempre fico melancólica próximo a datas que considero relevantes. É puramente psicológico, mas já se tornou inevitável. Quando vai chegando meu aniversário, eu entro nessa concha onde a única coisa que consigo encarar sou eu mesma e a vida que venho levando. Fim de dezembro traz consigo o mesmo clima pra mim. Na última semana, eu sou jogada nesse túnel do tempo em que sou obrigada (por mim mesma) a encarar o ano inteiro, processar o que é relevante, lidar com isso e… Seguir em frente: continuar vivendo. É louco, mas é quem eu sou. E eu já descobri que esse tipo de loucura não é necessariamente uma peculiaridade minha, mas continua havendo pessoas que simplesmente não entendem. Tudo bem, talvez eu consiga explicar melhor.

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Top 15 singles internacionais de 2014

Oi, gente! Bem, eu não sou nenhuma Billboard nem nada do gênero, mas tô aqui para humildemente listar meu top 15 singles internacionais de 2014. Quero registrar, antes de qualquer coisa, que, depois de uma densa análise de mídias especializadas em música (inclusive da própria Billboard), eu resumi a lista em MEUS 15 preferidos, ou seja, os 15 que EU mais gostei.

Eu tentei fazer esse post das mais diversas maneiras imagináveis, a ideia final era fazer “Top 10 de cada: melhores singles, álbuns internacionais e bandas nacionais de 2014 #UmaDoseDeMúsica”, mas eu não ia dar conta de fazer um post desse porte sozinha e minha assessora para assuntos de música – especialmente nacionais! – (Beijo pra você, Prit <3) viajou pra passar o Natal com a família, então vamos ficar devendo essa pra vocês!

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Resenha: Garota exemplar, de Gillian Flynn

Editora Intrínseca

Gênero: Ficção/Drama/Suspense

           Fiquei muito tempo ansiosa pra ler Garota Exemplar, porque a sinopse me deixou completamente instigada e porque amei a capa clean (é isso mesmo, boa parte do motivo pelo qual comprei o livro foi pela capa! Rs, às vezes acontece e às vezes dá certo!).

          “Garota exemplar”, em minha opinião, é aquele tipo de livro que não deixa você fazer mais nada enquanto você não desvenda a coisa toda, ou seja, basicamente até você chegar ao fim! Eu devorei o livro em três dias e ficava louca com as reviravoltas da trama.

          Antes de tudo, gostaria de expressar uma opinião pessoal: a meu ver, a estória é, além de tudo, uma crítica. Uma crítica à sociedade manipulada pela mídia e obcecada pela vida alheia, sem falar na questão sociocultural do próprio casal protagonista, cujo um dos motivos pelo qual a relação estremecida é justamente a alteração no status quo do padrão de vida, claro que há fatores adjacentes e toda uma loucura por trás da coisa, mas, creio que a intenção da autora era tocar nesses pontos também, pelo menos eu captei essa mensagem.

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Dica de Séries: Reign e Jane The Virgin #UmaDoseDeCinemaeTV

Bem, gente, meu post de hoje é o nosso primeiro Dica de Série (YAY!) e eu escolhi falar sobre duas séries que estão entre as minhas favoritas ultimamente, Reign e Jane The Virgin, mesmo que a única semelhança entre elas seja apenas o fato de passarem no mesmo canal (CW, nos Estados Unidos).
Foi meu primeiro vlog e rendeu 1237623836 milhões de erros (na edição, segundo Vivi, a parte mais difícil foi escolher os erros mais legais, porque foram TANTOS! ¬¬), mas espero que vocês consigam extrair algum proveito das minhas dicas, compartilhadas com muito carinho! ❤

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