5 séries que marcaram minha adolescência (e minha vida!) ♡

Olá, pessoal! O post de hoje é nostálgico, mas paradoxalmente atemporal. Como assim? É isso mesmo, rs! Calma, logo vocês entenderão! Hihi.

Nesse post quero falar sobre 5 séries que marcaram a minha adolescência, mas não se restringiram apenas àquela fase específica, são séries que marcaram a minha vida e estão guardadas com carinho na minha memória e coração desde então.

Todos nós somos resultado do nosso meio, do que experimentamos, vivemos, assistimos, lemos, temos qualquer espécie de contato, coisa e tal, mas alguns de nós são de modo peculiar mais parecidos com esponjas, e eu sou bem esse tipo de gente. Eu costumo absorver muito de tudo. Por isso, destaco essas séries como fundamentais enquanto eu crescia, pois todas elas, e duas delas em especial, trouxeram lições cruciais para mim e contribuíram efetivamente para minha formação. Parece exagero, né? Mas juro que não. É aquela velha história, extraia de tudo aquilo que for essencialmente bom. ★

Obs.: Se você curtir esse post, pode se interessar também por 10 casais de série que mais me inspiraram.

Vou começar por 2 das minhas séries favoritas da vida (tipo, PÓDIO MESMO), seguida de outras 3 muito queridas. ♥

  1. One Tree Hill – 9 temporadas

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Se você já conversou sobre séries comigo, certamente, você já me ouviu falar de OTH. Eu conheci One Tree Hill quando ela já estava em sua 3ª temporada. Uma das minhas melhores amigas chegou me falando sobre ela e que tinha pegado o box das duas primeiras temporadas emprestadas com outra amiga, daí deixou lá em casa e eu assisti em 3 dias.  3 DIAS = 45 EPISÓDIOS… ou seja, só parei pra ir à escola mesmo.  Enfim, foi ali que a paixão me pegou, tentei escapar não consegui, hahaha, e o amor bateu forte!

O que me encantou em One Tree Hill é que a série dialogava diretamente comigo e com meus conflitos internos. É uma série sobre um grupo de adolescentes (que se tornam jovens e, depois, adultos ao longo das temporadas) e seus problemas familiares, acadêmicos, existenciais, relacionais, essas coisas, portanto, nada de realmente muito novo sob o céu, entretanto, o que torna OTH incrível é a maneira como o enredo te alcança.

Lucas, o protagonista, quer ser escritor, portanto, todo episódio tem uma referência literária, tem um trecho de alguma obra, que certamente vai te tocar. Eu me lembro de que no meu caderno do 3º ano e do cursinho, eu reservava uma matéria pra anotar as quotes dos episódios de OTH e aquilo já me ajudou tanto em momentos difíceis, introspectivos ou de mera reflexão, que não sei nem como explicar.

Além disso, a presença musical de OTH é excepcional. Com essa série, conheci um dos meus cantores favoritos, Gavin DeGraw, além de uma série de músicas, cantores e bandas maravilhosos, que se tornaram referências pra mim.

Bem, OTH foi uma série que me acompanhou enquanto eu crescia. Enquanto eu me tornava adulta, eu e os personagens passávamos por problemas semelhantes (guardadas as devidas proporções) e ela me ajudou muito a lidar com minhas caraminholas. Mas, independentemente de ser uma série criada para o público jovem adulto, eu a recomendo para todas as idades (minha mãe, inclusive, adora! haha). É uma série intensa, dramática, cheia de lições, emoções e que encanta, toca, transforma e agrega.

Por fim, quero registrar que a melhor personagem que você respeita é BROOKE DAVIS e que eu amo/sou OTH para a vida! Podem incluir na lista de vocês de série para maratonar que a satisfação é garantida! <3

As pessoas vão te rotular. Mas é sobre como você supera esses rótulos. Isso é o que importa.
As pessoas vão te rotular. Mas é sobre como você supera esses rótulos. Isso é o que importa.

 

  1. Gilmore Girls – 7 temporadas + 1 revival com 4 episódios

 

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Gente, quando eu comecei a assistir Gilmore Girls, eu tinha uns 11 anos e eu adoro contar essa história porque é fofinha. Na minha casa não tinha TV a cabo, e minha melhor amiga ia para a casa do pai dela nos fins de semana – onde tinha TV a cabo – e assistia várias séries. Ela sempre dormia na minha casa, daí, meu programa favorito era ouvi-la contar os episódios das série antes de dormir. Isso mesmo, quase uma radionovela, rs. Ela assistia dois, três episódios e fazia um resumão para mim, e eu ficava lá imaginando e sonhando com os personagens e enredos que ela me contava.

Imaginem a minha alegria quando o SBT anunciou que ia passar a série? No SBT, eles colocaram o nome “Tal mãe, tal filha” e eu assisti pelo menos três temporadas no canal. Me lembro que passava aos sábados, depois mudou para os domingos pela manhã, daí eu sempre assistir GG e The OC com meu pai, era bem legal.

Gilmore Girls é outra série que eu nem sei como colocar em palavras o quanto contribuiu para quem eu sou hoje. Os diálogos e as referências da série foram fundamentais para mim enquanto eu crescia. Conheci tanta coisa boa através dessa série e fui impactada de maneira tão positiva que só tenho amor pra verbalizar mesmo.

A série conta essencialmente a história de uma mãe e uma filha que têm uma relação muito especial. Lorelai foi mãe na adolescência e desde então trabalhou arduamente para ter com sua filha – também Lorelai, mas apelidada de Rory – uma relação bem diferente da que ela mesma tinha com seus pais. No fim das contas, a série é muito mais que isso, porque não é apenas Rory que está crescendo durante a série, mas também Lorelai está lidando com seu passado, seu presente, suas escolhas e a repercussão delas e o futuro das duas. É profunda, linda, emocionante e eu tô assistindo de novo porqueeeeeeeeeee… Dia 25/11/2016 estreia na NETFLIX o REVIVAL com 4 episódios de uma hora. O nome é “A Year in the Life” e eu tô assssssim oh: MORTA NA ANSIEDADE.

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Na vida, eu me sinto como uma combinação exata de Lorelai-mãe e Lorelai-filha, tenho tantas referências das duas que não sei se isso já estava aqui de nascença ou se houve uma mutação na minha genética pela overdose de episódios ao longo da vida, rs.

Vale muito a pena ver, espero que amem!

Viva mais. Ria mais. Coma mais. Fale mais. Gil(more).
Viva mais. Ria mais. Coma mais. Fale mais. Gil(more).
  1. Everwood – 4 temporadas

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Everwood é outra das séries que minha melhor amiga, a Prit, aqui do blog, assistia e narrava para mim. Quando comecei a assistir e fui colocando rostos nos nomes dos personagens foi uma emoção tão grande, gente, ai ai…

Foi através 12de Everwood que nasceu um amor que perdura até hoje em meu coração: Emily VanCamp. Ela era a Amy da série e eu vivia uma dura batalha amando-a e odiando-a (mas na maior parte do tempo, amando-a), porém a atriz me ganhou ali e tem uma fã que vai sempre assistir tudo que ela fizer porque SIM! Além dela, também, foi lá que conheci Chris Pratt, que hoje é galã, mas que já era amorzinho desde então.

Everwood é um drama bem denso, conta a história de um pai e seus dois filhos, que se mudam de Nova Iorque para uma cidadezinha porque o pai quis assim, pois ele está em busca de sentido para a sua vida e de recuperar o tempo perdido com os filhos, tendo em vista que ele era um workaholic (termo utilizado para definir quem é viciado em trabalho), um pai ausente e, agora que a sua esposa morreu, sente que os filhos vão precisar dele mais do que nunca.

Entretanto, o filho mais velho tem certa repulsa pelo pai. Ephran é musicista, ele toca piano, e esse é outro aspecto muito legal da série. Ephran é chato, mas bem legal, como está previsto no manual de todo adolescente, rs, e os conflitos com os quais ele e a família como um todo se envolve na construção dessa nova rotina são muito interessantes.

O seriado aborda uma série de temas profundos e proporciona reflexões intensas sobre vida, morte e o que fazer nesse ínterim.

Recomendo muito!

 

  1. Veronica Mars – 3 temporadas + 1 filme

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Veronica Mars era uma série que eu amava muito e que era bem diferente do que eu estava acostumada a ver.

VM era uma série de drama, mas também investigativa, e tudo isso num contexto jovem adulto, o que era bem bacana, pra dizer a verdade.

A série aborda 17temas conturbados, e apresenta um ambiente cheio de segredos, permeado por crimes e injustiça. É bem interessante e instigante!

Eu amava a Veronica (e queria protegê-la – mas isso era impossível! Rs) e a série era muito incrível, nunca vou entender porque acabou tão precocemente! Pelo menos, fizeram o favor de anos mais tarde fazerem um filme para amarrar as pontas e, recentemente, li algo sobre a possibilidade de a série voltar. Ou seja, torçamos!

Garanto que vocês vão sofrer e chorar, mas vão amar também. E se você curte um suspensezinho, um jogo de gato e rato, essa série é pra você, com certeza!

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  1. The OC

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Ok, amigos, vamos então a esse tópico delicadíssimo da nossa relação!

SIIIIIIIIM, The OC certamente marcou minha adolescência, mas talvez não do melhor jeito possível, hahaha. Ao contrário das outras séries, The OC foi uma série que me matou de angústia e raiva me dando mínimas recompensas. Quero dizer, Deus sabe quantas lágrimas nessa vida eu derramei por One Tree Hill, por exemplo, mas não sei explicar, as coisas eram coerentes por lá. Em The OC, eu só me sentia amarrada pelas mãos e tomando murro atrás de murro na boca do estômago. Seth e Summer salvavam a série? Tentavam, mas àquela altura não era o suficiente para mim. Então, eu desisti.

Assisti a duas temporadas e meia da série e depois pulei para o último capítulo da terceira, que marca um grande acontecimento e muda todo o rumo da série (muda tanto, que perdeu o rumo de vez e foi cancelada no meio da 4ª temporada – mas, relaxem, teve final!).

Enfim, The OC foi uma série de amor e ódio durante minha adolescência, mas acho que especialmente porque eu amava MUITO Ryan, o protagonista, e não tinha lá muita simpatia pela protagonista feminina, Marissa. A questão é que Ryan sofria tanto, tanto, tanto, que nossa, chegou uma hora que eu cansei…

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Eu amava Summer e Seth. Em muitos aspectos, achava Summer muito parecida com minha protagonista favorita de OTH, a Brooke, e por isso me identificava com ambas, e Seth, CARA, SETH É MARAVILHOSO. Além disso, ainda tem o Sandy, pai do Seth, que eu amo e a Kirsten, esposa dele, que eu não vou dizer assim que AMO, porque amor é uma palavra forte, mas tenho simpatia, hahaha.

The OC é uma OTH gourmetizada, acho. Ela mistura elementos de outras das séries supracitadas, como o ambiente de riqueza de Veronica Mars e os conflitos jovem adulto de OTH, mas à época, o enredo acabou me frustrando um pouco. Estou assistindo a série de novo atualmente e, surpreendentemente, tenho lembranças muito positivas enquanto vejo. Acho que talvez fosse a fase da vida que não estava auspiciosa pra lidar com alguns dos conflitos apresentados na série e tal, o que não desmerece em nada sua qualidade.

No fim das contas, acho que eu amava mais que odiava The OC, mas, como diria uma amiga minha – que é americana e me explicou direitinho esse conflito dos adolescentes e jovens de lá à época que passava as duas séries –, chega um momento da vida que todo mundo tem que escolher se é uma pessoa OTH ou uma pessoa The OC, e naquele momento fiz implicitamente a minha escolha, hahaha! Hoje, que eu já aprendi que ninguém precisa ser uma coisa só na vida, estou disposta a deixar The OC entrar novamente no meu coração. ♥

 

É isso, pessoal, fica a dica pra vocês dessas séries maravilhosas que são tão importantes pra mim.

Espero que, caso vocês ainda não tenham dado uma chance para alguma(s) dela(s), que assistam agora e que se apaixonem tanto quanto eu!

Especialmente, ressalto: OTH e GG são preferidas da vida, então, SELO GOLD ANINHA DE APROVAÇÃO. Podem apostar!

Beijos e até mais!

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